MINUTO DIZ QUE É UMA ESPÉCIE ÀS NOVE NA MINHA TASCA #2




Pensavam que eu estava a fazer bluff no primeiro post desta rúbrica, né? Eu não sei pôr blush, quanto mais fazer bluf, minhas caras!

O canto mais ranhoso do tasco é para manter! Estão a ver um tasco mesmo, daqueles que têm pendurado nas paredes aquelas icónicas frases portuguesas "Queres fiado, toma!" ou então "Por culpa de alguém, não se fia a ninguém."? É mais ou menos isso que pretendo.

Este canto vai encher-vos de motivação e palavras de incentivo para todas as áreas da vossa vida. Quase me sinto a Lena das Cartas ou a Maya da CMTV!

Assim, o minuto diz que é uma espécie de "às nove na minha tasca"#2 da semana é:


É isso aí! Chega dessa conversa da treta de que se largares e voltar é porque era para ser para ti e "réubéubéu pardais ao ninho".

Quem tem razão é o meu amigo Raul: Larga quem não te agarra, miga!

Isso de deixar e voltar outra vez é porque, realmente, é uma pessoa cujo investimento é como a classificação de Portugal nos rankings da empresas de rating: LIXO!

Depois, se voltou é porque outra pessoa desprezou, logo, é mesmo porcaria. E gaja que se preze não fica com restos. 
Mulher só fica com restos de comida do dia de ontem apenas e só para não ter de cozinhar de novo! E mesmo assim, não se chamam restos de ontem. Chamam-se "res d'ont"! Que é francês e, dito assim, é logo muito mais chique!

O caso é: se te amas, larga essa merda porcaria. Quem ama cócó é hiena e ainda se ri disso!

Aqueles 💖💖 e 💋💋💞💝

Fiquem bem,

Gabriela

TREZE EUROS E VINTE E SETE CÊNTIMOS




Por onde começar meu DEUS?

Bem, eu desconhecia a música por completo até que num daqueles jantares de mulheres, o dono do restaurante decidiu passar esta música.

Era ver toda a mulherada a cantar: num sei o quê, num sei o quê, cê tá dix brincadeira, tomi lá cinquenta rêais!

E eu, tadita, senti-me o último dos seres humanos naqueles cerca de 3 minutos e 34 segundos.
Com'assim, Gabriela, tu não conheces esta música? Então, eu decidi que jamais isto poderá acontecer comigo.

Para tentar perceber se eu era a única que não conhecia esta música, perguntei à minha filha. Eis que resposta dela: Por favor, mãe! Não conheces essa música? E lá começou ela a trautear o raio da música.

Assim descobri que esta música pertence a uma senhora, uma tal de Nayara que, para não se sentir sozinha, convidou umas amigas para fazer uma "perninha" na música: as manas sertanejas Mayara & Maraysa.

Logo pelo nome das cantoras dá para perceber o nível.

Então é assim:

Diz a senhora, logo no início da canção, que a mesma é uma história verídica. E - coitada - aconteceu com ela. E, acreditem, é mesmo para ter pena. Tendo em conta o que se vai passar a seguir.

Pelos vistos, ela tinha um marido que todas as quartas-feiras ia jogar "futxibol" (pelo menos assim ele o dizia). Ela estava sossegada em casa a dançar um "funki" e a ver a novela das oito, e ele ia jogar uma "pelada" por aí (nunca pensava a Sr.ª Nayara que o termo pudesse ser tão literal).

Não sei como (a senhora não explica na música, talvez o seu sexto sentido) ela descobre que o tipo andava a "pular a cerca" e decidiu segui-lo. Coisa de pobre, obviamente.

Vai segui-los no "ônibus" e descobre que ele leva uma tipa para o mesmo motel onde a Nayara e o marido passaram a lua de mel. Sobre isto tenho algumas considerações a fazer:
1.º O gajo é parvo, porque leva a tipa para o mesmo lugar onde levou a mulher. Pobre...
2.º O gajo é pobre;
3.º Quem é que passa lua de mel em motel? Pobre...
4.º Quem é que promete o céu num motel? Pobre...

Pergunta que não quer calar: 
Como é que a Nayara consegue entrar no quarto de motel onde está o marido e a "vagaba" que joga "pelada" com ele?

Óbvio: ela tem os "conects" dela ainda do tempo da lua de mel no tal motel. Com certeza conhece uma arrumadeira a quem conta a sua desconfiança (vocês sabem como as mulheres são unidas quando é para desmascarar uma eventual traição) e esta arranja-lhe uma chave do quarto.

Parece que estou a ver a cena:

Ela caminha decidida e abre a porta do quarto de rompante e diz:

"Bonito!
Que bonito, hein!
Que cena mais linda
Será que eu estou atrapalhando o casalzínho aí?"

O casal fica especado a olhar para ela. Mas ela não desarma, virada para o marido:

"Qui lixo!
Cê tá di brincadeira
Então é aqui o seu futibol toda a quarta-feira?"

O homem fica ali, enrolado nos lençóis, com cara "di babaca"
 e ela atira-lhe à cara:

"E por acaso esse motel
é o mesmo que me trouxe na lua de mel
é o mesmo que me prometeu o céu
e agora mi tirou o chão"

Oh Nayara, estavas à espera de quê? O que podes esperar de um homem que te leva para um motel na lua de mel? Por favor! Casaste por amor, só pode. Essi cara é um "cafagesti"!

O tipo já se ia começar a vestir e ela diz-lhe com olhar de ódio, com o olho esquerdo a tremer:

"E não precisa se vestir
Eu já vi tudo o que eu tinha que ver aqui
Qui dicepição
Um a zero pra minha intuição"

Lá está: gaja é pior que agente do FBI. Se "bobear" homem tá tramado, pois quando mulher desconfia, normalmente não se engana.

E era agora, era neste momento, que a Nayara deveria ter ido embora.
 Ter mantido uma réstia de dignidade. Devia ter ficado pela frase: "Um a zero pra minha intuição". 

Batia a porta e caminhava firmemente pelo corredor do motel, a chorar baba e ranho, é certo, mas de cabeça mais ou menos erguida (já bem bastou tê-lo seguido até ao motel em que passou a sua lua de mel. Coisa mais deprimente impossível).

Mas não. A "baiana ainda não tinha rodado". E era bom ela não sofrer de labirintite, pois ia começar a rodar:

"Não sei se dou na cara dela ou bato em você
Mas não vim atrapalhar sua noite de prazer
E para ajudar a pagar a dama que lhe satisfaz
Toma aqui uns 50 reais"

Eu não disse que isto ia descambar?

Nayara tem um ataque de fúria e com um misto de ódio com ironia atira-lhe com uma nota de 50 reais que, convertido para euros, dá 13,27 €. Para a ajudar a pagar a noite de prazer?

Aqui se vê a baixaria que isto é. Nem 20 euros é. Ainda tinha direito a troco. Oh Nayara tu bateste no fundo do poço. Por aí vês logo que o tipo que paga 13,27 Euros por uma "peladinha di cerca" é coisa de vá, pobre.

Depois de toda esta história de traição passada a música, depois de analisar todo o enredo, o meu maior respeito pela Nayara, pois teve a coragem de assumir que foi traída por um tipo que pagou 13,27 Euros! 
Outra no lugar dela teria vergonha de contar isto a uma amiga, quanto mais fazer uma canção sobre isto!
Nayara, meu Saravá pr'a ocê!


Gabriela












Passei cá pelo tasco e nem me dei conta que o mesmo já ultrapassou as 7.000 visualizações!

Portanto, quero agradecer-vos, minhas/meus fiéis seguidoras/es.

Nunca pensei que os pensamentos ridículos que me passam pela cabeça e que, às vezes, tenho coragem (ou loucura) de colocar por escrito pudessem fazer relativo sucesso.

Claro que ainda não cheguei ao nível de pipocas e noves no blogue, mas o caminho faz-se caminhando.

Assim, como diria o guru Gustavo Santos: hastag gratidão 👐

Beijos,

Gabriela

Minuto diz que é uma espécie de “ÀS NOVE NA MINHA TASCA”


É com gosto (e não prazer, pois prazer é outra coisa.) que estreio aqui no meu modesto blogue tasco de pessoa provinciana este pequeno momento lamechas.

Após breve pesquisa feita pelo meu feed do Facebook, constatei que, a bem dizer, 100% das minhas amigas gostam daquele blogue fofinho em que as pessoas têm hora marcada para ir ler.

Eu não gosto muito dessas coisas de ter hora marcada para se ler qualquer coisa. Já bem basta ter horário para trabalhar, comer, etc e tal. Mas, se as minhas amigas gostam e eu não sou ninguém sem o carinho delas, decidi contribuir para o bem-estar psicológico das cachopas.

Mas, atendendo às necessidades de mercado, e visto que as minhas amigas necessitam deste espaço de reflexão sobre a vida, e como não quero que não lhes falte aquele carinho e conforto, sempre com alguma dose de aparvalhamento que me é característico, decidi, criar este canto de reflexão no blogue.

A modos que, feita esta pequena sondagem, constatei que nós, mulheres, gostamos de levantar a auto-estima. Seja às amigas, seja a nós mesmas.

Assim sendo, o primeiro minuto #àsnovenaminhatasca é sobre:



Sim. Não entregue o seu miocárdio a quem só quer sua epiderme.
Ou seja: para quê sermos profundos nos nossos sentimentos para alguém que apenas só quer a nossa superficialidade? (está muito fofinha esta frase, não está?)

Quantas vezes damos o nosso melhor por quem não merece? Quantas vezes nos entregamos de alma e coração e sofremos desilusões?

Eu podia tecer uma série de considerações sobre o facto de nos entregamos e sermos verdadeiros nas nossas relações. Mas, basicamente, o que quero dizer é: deixem-se de merdas tretas e valorizem quem vos valoriza.


Beijos suas fofuchas mais cutchis. Corações e Xis e essas coisas que vocês gostam

Gabriela

A ESCRAVIDÃO DA MATERNIDADE





Eu fui mãe com 19 anos. Faria 20 anos, 52 dias depois. Estava no segundo ano da faculdade. Nesta idade, apesar de estar no início da vida adulta, a iniciar o meu percurso académico, não era, de todo o que estava à espera que acontecesse.

Num espaço de meses, casei e fui mãe. Estou casada com o amor da minha vida há 18 anos. Tenho uma filha maravilhosa que já fez, entretanto, 18 anos.

Hoje olho para trás e penso: "dasse" Gabriela, como é que conseguiste?" Consegui com a ajuda da minha família. Sem ela, não teria conseguido acabar o curso. 

De noite a minha filha bebé dormia no quarto dos meus pais (moramos com os meus pais 8 anos), isto porque tinha aulas bem cedo. Portanto, a minha mãe e o meu pai tomavam conta dela para que eu pudesse descansar para ir para a faculdade.

Durante o dia a minha sogra tomava conta da menina. Sim, foi a minha sogra que lhe deu a primeira papa, a primeira sopa e a primeira fruta.

Eu tinha de ir estudar para o futuro da minha família.

Muitas vezes chorei porque, quando a minha filha começou a falar, chamava mãe à minha mãe e à minha sogra (óbvio, ela ouvia o pai, a minha cunhada, eu e a minha irmã a chamar mãe às nossas respectivas mães). Era sempre corrigida, carinhosamente, pela minha mãe: "eu não sou a mãe, sou a avó".

Os meus momentos com a minha filha pequena foram muito especiais: era sempre eu que lhe dava o banho e lhe dava o jantar. Os banhos eram o nosso momento, onde cantávamos as canções infantis e ela dizia que queria ficar sempre mais um "cadinho", quase até ficar com a pele engelhada 😋😂

Depois do banho, íamos para o quarto, eu dava-lhe a sopa e a refeição a ver desenhos animados.

Olhando para as novas teorias da maternidade e parentalidade, eu estaria a anos-luz de ser um exemplo de mãe. Não estive presente em alguns momentos cruciais da vida da minha filha. Sim, deixei-a ver televisão enquanto comia, sim ela fazia "casinhas" na sala e não arrumava.

Hoje, mãe de uma jovem adulta, olho para a minha deficiente maternidade (aos olhos de hoje em dia), cheia de apoios e ajudas dos avós e penso: a minha filha teve uma infância muito feliz!

De dia, eram as regras (sempre com muito carinho) da vó Lininha (a hora para dormir, a hora para comer, arrumar depois de brincar, a só beber água às refeições). À noite, era a "ramboia" na vó Tizinha, onde estava autorizado beber coca-cola (crucifiquem-me!). O vô Luís ia buscar à escolinha e o vô Zé António a estudar a lição de casa.

Sim, eu tive ajudas. Sim, não passei noites em claro. Mas isso não me torna pior mãe do que qualquer outra que passou por tudo isso.

Graças a esta educação pouco recomendada pelos vários psicólogos infantis e cartilhas da educação, a minha filha é uma mulherzinha equilibrada. Soube, desde muito pequena, saber estar em diferentes situações. Ela sabia que, na casa da vó Lininha podia brincar, mas depois tinha de arrumar os brinquedos. Mas, sabia que na casa da vó Tizinha podia brincar sem arrumar.

No meio desta incoerência familiar, foi-se formando um ser humano equilibrado.

Volvidos 18 anos, e fazendo uma retrospectiva da minha estranha maneira de ser mãe, e vendo a novas tendências de maternidade, ser mãe ou pai não vem com livro de instruções. Tudo depende das circunstâncias em que nos surge a parentalidade. Para mim, chegou de surpresa.

 A minha filha soube, desde cedo, que podia confiar na mãe, que podia contar quase tudo à mãe (sou mãe, não a melhor amiga), que os pais não a planearam, mas sempre a desejaram. Que o amor sempre foi o laço mais forte.

 Eu posso não ter dado a primeira sopa, mas eu sou o seu porto seguro. É em mim que ela confia alguns dos seus pequenos segredos. É comigo que desabafa as suas angústias e pede ajuda para decisões importantes. Sabe que o pai e a mãe a irão sempre apoiar nas suas decisões e que o facto de ter uns pais jovens beneficia mais do que prejudica. 

Às mães de agora, se me permitem, deixo um conselho: mais do que fazer mil e uma actividades, dar "n" brinquedos, demonstrem AMOR aos vossos filhos.

 Não se sintam mal por, às vezes, precisarem de um tempo para vós. Antes de sermos mães, somos mulheres. Não é ser egoísta, é cuidar de si própria. E, acreditem, se forem felizes como pessoas, terão filhos felizes!

Saudações Maternas,

Gabriela












BREVE ANÁLISE ORNITOLÓGICO-ECONÓMICA SOBRE O SOBREENDIVIDAMENTO DOS PORTUGUESES











O que têm em comum as pêgas (aves), poupas (também aves) com o sobreendividamento das famílias portuguesas?

Aparentemente, nada. É até um bocado estúpido fazer essa analogia.
Mas vai fazer sentido se fizermos uma reflexão sobre isso. Tudo anda à volta dos ninhos (casas).

De quando em vez, a minha mãe, que gosta imenso de ditados populares portugueses, e é ainda da época em que era possível fazer poupança, quando se comenta que alguém é forreta e que não gasta dinheiro com os pequenos (ou grandes) prazeres da vida para poupar para o dia de amanhã, senhora minha mãe utiliza o sábio ditado "Poupa, poupa e fazes um ninho de merda cócó!"

Toda a sabedoria popular portuguesa numa só frase!  E faz sentido fazer esta analogia da poupança com o ninho das Poupas e das Pegas, e passo a explicar:
As poupas são umas aves muito giras que, para além de terem um carrapito na cabeça (poupa,) fazem, literalmente, um ninho de excrementos. As poupas nidificam em buracos de árvores e, como forma de afastar eventuais predadores, estas expelem uma substância fétida. Daí o ditado.

Traduzindo isto para a vida do dia-a-dia, os portugueses, nos tempos que correm, não poupam, ponto. Portanto, isto já não é como antigamente, em que as pessoas metiam o dinheiro debaixo do colchão e pagavam a casa a pronto.

Actualmente o português vai ao banco e endivida-se até ao tutano para comprar casa, com crédito a 150 anos, com quatro fiadores e atestado criminal imaculado. Lá está: o tal ninho de merda! E de merda porquê? Por variadíssimas razões:

1.º Pedir crédito é uma merda (eu que o diga). É mais fácil sair do Protocolo de Quioto do que te livrares de um crédito.
2.º Os créditos são mais duradouros do que os casamentos. Aliás, podes acabar com o casamento, mas o banco jamais de te deixa sair do crédito.
3.º Mesmo que morras e tenhas o seguro de vida em dia, quem cá fica terá sempre de provar que morreste para que a seguradora active o seguro. Por vezes um simples atestado de óbito não chega...
4.º Até podes ter morrido, mas deixas dívidas e descendência? A tua vida, só, não chega. Tens toda uma árvore genealógica para continuar a pagar o crédito.

Mas há ainda outro ditado popular português que ilustra bem o explicado supra: "Ninho feito, pega morta".
Lá está: estás com quase 120 anos, terminas de pagar o crédito ao banco e tens um AVC ou ataque cardíaco e "bates a bota" sem gozares um sequer minuto de liberdade bancária.
Trabalhaste até aos 100 anos (sim, qualquer dia a idade da reforma vai ser essa!) para andares de "cara levantada" e "não deveres nada a ninguém", tens as contas em dia e olhas para trás e tomas consciência de que sobreviveste a um crédito.

Não VIVESTE! "Arrastaste correntes" para deixar uma casinha para os filhos que, eventualmente, mais tarde, nem sequer vão querer aquela casa e vão viver para Bali, depois de fazer o roteiro do livro "Comer, Orar, Amar".

De facto, eles é que estão certos, porque o melhor da vida é comer, orar e amar.

o que é, afinal, ser "Fit"?


Depois de algum período sabático no blogue, eis que estou de volta aqui ao estaminé.

De volta ao foco, à fé, à fome e ao fit...

Sim, porque isto dos ginásios roda tudo à volta da "f word", pois quantas vezes não dizes um silencioso f%$#$-se numa aula de cycling? Quem nunca? Atire a primeira pedra quem nunca o fez!

Como não quero que vos falte nada, nem mesmo a motivação para, depois de Setembro, continuarem a pagar a mensalidade do ginásio, eu, que sou uma pessoa que é amiga, que pensa no vosso bem-estar, criei a minha versão da música da banda HMB "O Amor é Assim" feat Carminho (lá está, mais uma "F Word".







A letra tem uma ligeira mudança, e o título é



"SER “FIT” É ASSIM"





Eu não sabia se algum dia iria mudar

Mas eu soube que, por mim, valia a pena tentar

A mim me entreguei e não foi de uma vez

Num gesto um pouco louco

Sem pensar em razões e porquês

O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim
O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim

Eu não perco a esperança
De perder a minha “pança”
E nela avança o mesmo fervor
E o tempo é companheiro, é bom parceiro
E até já sabe de cor
E as voltas que, embora nos tracem e desenlacem
Leva-nos para onde for
Insiste, persiste, não sabes o fim
Mas assim é

O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim
O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim

Mas será que é mesmo assim?
Dizem que ser fit é assim
Não espero para descobrir
Mas só que o meu bem
(Quero o meu bem)
E que eu seja o meu bem
E tudo me vá bem
(Vá bem, vá bem)
Não quero ficar sem mim

O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim
O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Tropeço, levanto e volto a mim
O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Deixa-me do avesso
Levanto, Tropeço e volto a mim
O ser” fit” é assim
Pelo menos pra mim
Caio e levanto, qual é o espanto?
O ser fit é assim
Pelo menos pra mim
Caio e levanto qual é o espanto?

O ser fit é assim
Assim é ser fit




MINUTO DIZ QUE É UMA ESPÉCIE ÀS NOVE NA MINHA TASCA #2 Pensavam que eu estava a fazer bluff no primeiro post desta rúbrica, né? Eu...